devaneios

Prólogo de uma história não terminada.

9:07:00 da tarde

Há dias em que você acorda e nada parece fazer sentido. É uma raiva infundada que cresce e a única vontade que você sente ao se olhar no espelho, é socá-lo e vê-lo se espatifando em mil pedacinhos que cortam sua mão. Acredito que isso seja menos doloroso do que a sensação que eu tenho diariamente desde que ele decidiu sair da minha vida.
É difícil descobrir que tudo o que se acreditava era uma grande mentira. É como viver rodeada de flores e ter que assistir todas elas murcharem em questão de segundos.
Exagero? Não. Para pensar que eu exagero, duvido que você saiba o que é amar alguém e não ser correspondido. Duvido que saiba o que é acreditar que todos os seus machucados seriam cicatrizados e de repente sofrer cortes ainda mais profundos.
No tempo em que fui feliz, juntei-me às pessoas que acreditavam na filosofia de que decepções são as provas mais difíceis na escola da vida, para que, ao passarmos por ela, sejamos perfeitos ao encontrar a pessoa certa.
Que estupidez!
Talvez se eu tivesse mantido meu coração sob o comando do meu cérebro, e não o contrário, eu conseguisse ser feliz por mais tempo. Não dizem que a dor da perda é muito maior do que a dor do desejo não realizado? Quem sabe eu seria mais feliz com a minha infelicidade?

devaneios

Breves e bonitas palavras.

5:34:00 da tarde

É o cheiro que me faz suspirar aonde quer que eu esteja, é a lembrança do seu beijo macio, dos seus lábios doces que me fazem perder o foco, tropeçar, me esquecer de puxar a campanhia do ônibus pra soltar...
São os nossos sonhos que embalam o meu sono. Apenas nos seus braços eu sinto a segurança necessária pra dormir em paz. É no calor do seu corpo que meus instintos mais primitivos despertam.
É no seu coração que o se completa, e na sua força, ele encontra ânimo para bater.

consumismo

Paparicando.

9:02:00 da tarde

Mesmo quase sufocando com a correria do meu cotidiano, eu sou um ser humano e preciso dar um break para respirar e relaxar de vez em quando. E em um dos meus breakes dessa semana achei um site muito lindo e, aparentemente, confiável para compras de coisitas lindas, fofas e bem cuties. O melhor de tudo é que os produtos são todos artesanais!
São várias pessoas que confeccionam diferentes produtos e que não pesam demais no nosso bolsinho de estagiária. Um bom exemplo são os bottons, que variam de R$ 1,00 a R$ 50,00.
Esses foram os que eu mais gostei:



Tinha que ter um do Panic! *-*




Além dos bottons, uma criadora em especial me deixou b-a-b-a-n-d-o pelos produtinhos dela!
Alê Coelho é o nome da dona do blog Paparico Pop. Os paparicos vão desde cadernos de pano até caixinhas mega fofas. E ela disponibiliza todas as imagens dos novos produtos, antes e depois de finalizados, no blog.
Quem gosta de coisinhas cuties e vintages, podem ir se preparando para amar e babar nas imagens abaixo:



EUQUEROMAISQUETUDO! *-*



Esses são alguns dos cadernos que eu mais gostei.
Alguém quer me dar de presente? -q

devaneios

Desabafo

8:41:00 da tarde

Juro que ando meio desmotivada para escrever e postar. Às vezes me bate aquela sensação de inutilidade literária, ou seja, "ninguém lê o que eu escrevo, então por quê eu vou fazê-lo?". Mas eu sempre me surpreendo ao ganhar mais um follow e ver meu contador de visitas aumentando. Então me enxo de coragem e vontade e ideias para novos e lindos posts...
E então vem toda a falta de tempo, complicações e cansaço que um ano de retirada de certificado implica.
É muito complicado e em alguns momentos eu não faço ideia do que devo fazer.
Sei que não sou a maior blogueira do mundo, mas eu amo esse meu espacinho e já prometi para mim mesma que um dia conseguirei realizar todos os meus sonhos pro Bobeiras Egocêntricas.

Beijos e abraços a quem tem paciência de ler minhas chatices.

devaneios

É essa minha necessidade de escrever...

3:51:00 da tarde

Não é tudo que dá pra contar para a melhor amiga, nem nos momentos de maior confidência. Muito do que fica guardado vai embora em uma boa dose de música alta e pulos pelo quarto, um outro tanto desce pelo ralo após um banho quente e demorado... Mas no meu caso, sempre fica um restinho miserável que insiste em me provocar, me instigar e me angustiar. É essa minha necessidade de escrever, essa minha loucura de combinar frases produzidas pelo meu cérebro com a paixão por fotografias. É essa minha mania que é alimentada por elogios ou críticas; esse meu impulso sem explicação que anda de mãos dadas com a vontade de saber um pouco sobre tudo.
E por fim, é essa minha constante insatisfação que me mantém nesse ciclo vicioso de me expressar e escrever, escrever, escrever...