ano novo

O que tem de tão especial no Ano Novo?

4:46:00 da manhã


Não, minha vida não irá simplesmente melhorar após as doze badaladas do relógio e nem meus sonhos se realizarão por causa da virada do calendário, mas convenhamos, todo mundo adora cheirinho de coisa nova. Seja um livro, uma roupa, tinta fresca... Novidades sempre dão aquele friozinho na barriga e fazem muita gente grande se morder com aquela ansiedade contida típica de criança quando abre embrulho de presente. 
Ah! Então é isso! É a novidade! É a criação de expectativas, a sensação de que temos mais uma chance para fazer o que ainda não conseguimos. É aquela recarga na esperança de que os dias serão mais coloridos, de que aquele seu projeto finalmente vai sair do papel e que, quem sabe, a sua listinha desse ano terá mais acertos do que rabiscos. Sim, aquela listinha que você faz no início de cada ano e que traz tanta dor de cabeça no decorrer dos 365 dias, porque você não vê como vai fazer aquilo tudo acontecer, mas acaba descobrindo que era mais fácil do que parecia. Sempre parece ser mais fácil. Tem que ser assim. A novidade tem que dar essa sensação mesmo, de que vai ser melhor, vai acontecer, vai... AGORA VAI! 
Pra quê pessimismo nessas horas? Pra quê ficar pensando que no primeiro dia do ano tudo vai estar exatamente do mesmo jeito? E se estiver do mesmo jeito? Essa sua vida está assim tão ruim? Mas e se você resolver diferenciar? Se fizer desse primeiro dia do ano um momento para marcar uma nova fase? Procurar olhar as coisas de outro jeito, com mais sorrisos, já não é uma mudança? Já não marca um novo ciclo? 

textos

Perder sem nunca ter ganhado significa não perder nada.

11:18:00 da manhã

Fiz de você morada para tantos sentimentos afoitos, loucos por liberdade e perdidos na solidão. Tentei me encontrar nos teus braços já atados, nos teus lábios duvidosos e nas suas mãos marcadas e acabei por me perder nas doces e enganosas sensações de ter alguém olhando pra mim. Tapei os olhos, atei as mãos, engoli o choro e tranquei a garganta na vã tentativa de sobreviver de migalhas e descobri, mais uma vez que eu não me contento com metades e não sei viver sem o bendito "carpe diem".
Hoje voltei a procurar pelos meus sorrisos, listar meus sonhos e encontrar satisfação no meu próprio reflexo. Decidi abandonar tudo que me atrasava, que não me somava e que só fazia me deprimir. Descobri que nada era de verdade e que de burra perdi a coragem pra enxergar um erro já cometido há tempos.
É, eu não sei viver de metades.

Assuntos Literários

Os Instrumentos Mortais I - Cidade dos Ossos.

5:47:00 da manhã

Me perdoem pela qualidade da imagem. Editei correndo no celular mesmo. :x
Raramente sinto dificuldade em escrever minha opinião sobre best-sellers, porque ou eles me deixam apaixonada, ou muito decepcionada. Mas a primeira obra de Cassandra Clare ficou em minhas mãos por um período de tempo razoável e voltou para a estante me deixando com a impressão de que ficou faltando alguma coisa. 

Cidade dos Ossos é o primeiro livro da série Os Instrumentos Mortais e conta a história de Clary, uma adolescente aparentemente normal que se vê presenciando um estranho assassinato e descobre que o mundo que ela conhece está rodeado de vampiros, demônios, feiticeiros e mais qualquer outra criatura que você encontra nos contos de fadas. De maneira avassaladora, a vida dela é posta de cabeça para baixo e ela se apaixona por Jace, um Caçador de Sombras muito divertido e prepotente que possui um passado tão obscuro quanto o dela. Ao voltar para casa, Clary descobre que sua mãe foi sequestrada e o livro gira em torno da busca dela e Jace para salvar sua mãe e o mundo de Valentim, uma espécie de "Adolf Hitler" do sobrenatural, que acredita em toda aquela baboseira de linhagens e afins.

Por ser um livro juvenil, eu o considerei muito bom. Tem um bom vocabulário, uma linguagem boa e um enredo bem escrito e desenvolvido, mesmo com algumas pontinhas soltas. Considero também uma leitura rápida e eu só demorei uns dois meses para lê-lo, porque ele não conseguiu me prender da maneira que eu achei que iria. A história é boa, tem bons personagens e envolve boas problemáticas de forma leve, como o homossexualismo (que me surpreendeu bastante), mas não foi algo que me envolvesse e me fizesse ter vontade de continuar a ler a série. A única coisa que me deixava animada enquanto lia era o Jace. Ele realmente vale a pena a leitura do livro. O melhor personagem, sem dúvida! Engraçado, inteligente, bonitinho, sincero e fofo. *-*
Mas repito: o livro não é ruim e eu o recomendo, sim! Mas, infelizmente, não me tocou ao ponto de querer saber o que vai acontecer depois, portanto, dei 3 estrelinhas no Skoob.

Um beijo.


autoria própria

De meios sentimentos o mundo já está cheio.

4:41:00 da manhã

O problema, menino, é que eu não gosto de metades, não consigo me comedir e vivo de "Carpe Diem". Se é pra acontecer, tem que acontecer de verdade, tem que ter rebuliço. Eu preciso de mãos tremendo, corações acelerados, respirações irregulares e olhares que dizem mais que mil palavras. Não dá pra ficar no meio-fio, bambeando na vã tentativa de se equilibrar. Não consigo me prender e segurar minhas gargalhadas, minha vontade de morder, meus cúmplices risos e minhas unhas afiadas. Porque você sabe, menino, eu sou assim. Sou puro sentimentalismo, sou de atitude e de demonstrar. E se é pra me prender, me conter e me regrar... Ah, menino, não dá. 

a ascensão do governador

Minha primeira real decepção com The Walking Dead :: O Caminho Para Woodbury

2:43:00 da tarde


Nunca pensei que demoraria tanto para ler alguma coisa feita pelo Robert Kirkman!
Quando comecei a acompanhar as HQs de The Walking Dead, quase cem edições haviam sido publicadas e eu não levei nem uma semana para devorar tudo, considerando que eu estava estudando e trabalhando e só podia ler em casa, no computador. O primeiro livro lançado sobre a série - A Ascensão do Governador - não levou mais de três dias na minhas mãos e eu fiquei ainda mais apaixonada por ver que o cara conseguia fazer maravilhas sem os desenhos dos quadrinhos. Mas dessa vez a história foi muito diferente.

Quase um ano após o lançamento oficial do segundo livro da história sobre zumbis mais famosa da atualidade, eu finalmente terminei de ler o bendito. Comprei o livro no começo do ano e comecei a lê-lo quase que imediatamente, mas só consegui terminá-lo ontem, após cinco meses!! A demora poderia ser justificada pela minha (constante) falta de tempo, mas eu li uns sete livros enquanto tentava avançar as páginas da segunda obra literária de Kirkman.

O livro conta a história de Lilly, uma sobrevivente pós-apocalipse que, após perder seu pai na primeira tentativa de salvação depois do início da praga, se junta com mais quatro sobreviventes na tentativa de continuarem vivos em um acampamento. Claro que se tudo tivesse dado certo, eles nunca chegariam a Woodbury. Então, logo depois de acontecimentos marcantes, mas bem previsíveis nas obras de Robert, o grupo chega à cidade já liderada pelo Governador. 
O problema principal do livro é mostrar um pouco da história da cidade de forma meio entediante e sem grandes fundamentos ou eventos. O amadurecimento da personagem principal, assim como os mistérios por trás da identidade do Governador, não chegaram nem perto das minhas expectativas. O próprio desenrolar da estrutura da cidade não foi mais do que uma sucessão de ataques de errantes e brigas causadas pelos ânimos ouriçados por culpa da tensão do apocalipse dos moradores. De maneira geral, acredito que o livro seja realmente interessante só para quem não acompanha os quadrinhos. A escrita continua sendo boa e a maneira como os suspenses são feitos faz da obra uma leitura rápida, que só não teve tal efeito em mim por ter esperado muito mais desse livro e não ter sido correspondida em nem cinquenta por cento das expectativas.

Espero que o terceiro volume, já com nome divulgado (A Queda do Governador) e data de lançamento prevista para o primeiro semestre do ano que vem, consiga trazer de volta a paixão avassaladora que senti por Robert Kirkman e Jay Bonansinga.

Beijinhos de uma fã decepcionada,
Tuane C.  

Assuntos Literários

Algumas coisas sobre a XVI Bienal do Livro (RJ)

7:33:00 da tarde


Demorou, mas chegou o post sobre a Bienal do Livro desse ano! \õ/
Infelizmente, eu preciso começar dizendo que não aproveitei tanto quanto a última edição, mesmo tendo comprado uma quantidade infinitamente maior de livros. Em 2011 eu só consegui ir em um dia de Bienal e visitei todos os estandes com calma, tirei muitas fotos e estava por dentro de cada coisinha que estava acontecendo no evento. Esse ano eu fui em dois dias, mas ainda fiquei com a impressão de que não fiz tudo que deveria. 

No primeiro dia (sábado, 31/08) o Riocentro estava intransitável!!! As filas eram absurdas tanto para entrar na Bienal quanto para visitar os estandes. Para os caixas então, nem se fala! Dava pra desistir de comprar qualquer coisa em espaços "famosinhos", como Intrínseca, Saraiva, Grupo Record, Leya, Rocco e Panini. Marquei de encontrar com dois amigos lá, mas só consegui encontrar uma porque o sinal de qualquer serviço de rede não estava funcionando e, se funcionava, não durava dois segundos. Mas mesmo achando que o evento estava deixando a desejar, trouxe para casa livros pro trabalho e fiz um bom garimpo na Farol, onde comprei quatro livros que pretendo ler o mais rápido possível.

No segundo dia (quarta-feira, 04/09) eu estava cheia de expectativas. Fui com o pessoal do meu trabalho e, como era dia de semana, eu estava crente, crente que conseguiria fazer tudo o que queria e aproveitar o que não tinha conseguido no sábado. Triste engano. Mesmo conseguindo fazer uma comprinha na Intrínseca, ter participado do desafio no estande da Estante Virtual e ter visitado mais espaços, novamente me deparei com uma Bienal lotada e meio bagunçada. Principalmente por estudantes! Parece que todas as escolas do Rio de Janeiro resolveram visitar o evento naquele dia!! Até meu antigo colégio estava por lá! Resumindo: não consegui ver o Maurício de Souza, mas trouxe o Sansão pra casa! 

De maneira geral, foi um evento bacana, como sempre, mas que está ficando cada vez mais popular e por isso precisa de um espaço maior, melhor organizado e dividido e com mais dias para visitação. Achei um absurdo amontoar editoras com livros jovens tão populares, cheios de lançamentos, em um pavilhão só e ainda uma colada na outra. Um outro ponto a ser ressaltado é a burrice que a Prefeitura do Rio fez com o trânsito por causa do Rock In Rio!! Se perdia mais tempo entrando e saindo da Bienal do que passeando no evento propriamente dito! Em 2011, a Bienal aconteceu no final de agosto e final de setembro e o Rock In Rio final de setembro, começo de outubro; o que deixou um espaço razoável para realização e organização de ambos com certa qualidade e sem grandes dores de cabeça. Sem contar que esse ano tivemos nomes mais conhecidos na Bienal e um número maior de estrelas literárias também. Uma das razões de eu ter enlouquecido por causa da multidão no sábado foi a visita mal organizada de Nicholas Sparks! Os livros dele estão vendendo como água e MUITA gente, mas MUITA GENTE MESMO, foi à Bienal naquele dia apenas por causa dele.




Tirando os contras de organização, os estandes estavam lindos como sempre e o que não faltou foi editora fazendo promoção para atrair os leitores loucos, mas eu senti falta de mais coisas sobre o tema do evento (Alemanha) e de mais marcadores de livros, prévias de capítulos, brindes e interatividade nos estandes. Claro que as propostas do evento foram boas. Apesar de eu não ter conseguido participar de nenhum por falta de tempo e por não ter muita paciência pra encarar as filas, eu achei interessante. Mas, novamente, repito que a Bienal precisa ser um evento cada vez mais interativo e não só um lugar onde há algumas promoções bacanas e um bom lugar para comprar livros.
Thalita Rebouças!
Vocês não acreditariam no tamanho da fila pra tirar foto nesse trono!!!

Eleito o estande mais bonito por mim e pela equipe da Bienal!!!


Não encarei quase filas pra entrar porque fui de VIP!! haha

Essa bola não é de camisinha, okay? Ganhei no estande da Google Play!


Vi pouca coisa de The Walking Dead. As HQs eu não senti nem cheiro!

Adoro a nomenclatura da organização do espaço!!!




Por fim, a edição de 2015 já foi confirmada e acontecerá nas duas últimas semanas do mês de agosto. Eu já estou aqui contando os dias e relembrando com saudade os bons momentos da XVI Bienal do Livro aqui no Rio!!

Beijos de uma endividada pela Bienal,
Tuane C.

50 Shades Of Grey

Cinquenta Tons de Cinza bem escrito?

3:17:00 da tarde


Nunca tive problema algum em ler qualquer tipo de livro e, quando digo qualquer tipo de livro, quero dizer que livros eróticos não começaram a ser publicados após E L James fazer sua fanfic quase sadomasoquista. Porém, é inegável o fato de que esse tipo de literatura ganhou um destaque maior depois que Christian Grey resolveu colocar seu corpinho à mostra e tornar público o que é capaz de fazer com uma virgem babaca. Expressões de revolta à parte (entenda porque clicando aqui e aqui), a onda dos considerados livros de "conteúdo adulto" está longe de acabar e um dos mais falados desse mar de erotismo é a série "Crossfire", escrito por Sylvia Day.
Pra começar, comprei os quatro livros da dita cuja porque sou gulosa e não resisto à uma promoção (Submarino ainda me leva à falência) e porque, assim como com "Cinquenta Tons", eu estava morrendo de curiosidade de ler o livro que tem como atrativo principal de divulgação a frase: "Mais bem escrito que Cinquenta tons de cinza." 

Juro por Santa J.K Rowling que eu tentei ao máximo começar a ler o primeiro volume da trilogia ("Toda Sua") sem estereótipos, sem preconceitos e sem julgamentos, mas não deu! As primeiras páginas do livro já remetem ao universo dos negócios e a descrição de Gideon Cross feita por Eva Tramell em seu primeiro e catastrófico encontro não são tão diferentes de Anastacia ao encontrar Christian Grey. As poucas - boas - divergências é que Eva não é uma retardada sem noção que mal sabe andar sobre os próprios pés, e sim uma mulher bem resolvida profissionalmente e sexualmente que solta meia dúzia de palavrões ao expressar todo o desejo que sente pelo "Moreno Perigoso"
As primeiras investidas de Gideon são BEM diretas, ou seja, se você está esperando um carinha cheio de medo de dizer pra mocinha que está afim de bancar o reprodutor e que vai envolvê-la romanticamente antes de bancar o selvagem... nem abra o livro! Porque tudo que falta no início dessa história é sutileza. Na real, boa parte de todo blablabla que fazem "Cinquenta Tons de Cinza" ser um livro terrivelmente grande foi dispensada por Sylvia Day, o que faz a história ser mais direta e menos melodramática também. Ou não...
Cross possui os mesmo problemas de Grey: possessivo, selvagem, ciumento, manipulador, etc... Felizmente, ele não tem gosto pelo BDSM, tem a pele mais bronzeada e o físico mais rústico também. Mas além de todos os defeitos, ele guarda um super segredo em seu passado que, somado ao segredo do passado de Eva, faz com que a relação dos dois seja cheia de altos e baixos. Até demais pro meu gosto. Porém é mais interessante porque ambos têm uma personalidade forte e são crescidinhos o suficiente pra não agirem feito dois adolescentes que nunca namoraram ninguém na vida. Eles até agem dessa forma, mas não fica tão infantil e imaturo. Sem contar que não há nenhuma "deusa interior" e as mudanças de humor do gostosão da história são mais dignas de um homem bem sucedido.

Enfim, a obra em si é realmente melhor escrita do que "Cinquenta Tons de Cinza". O vocabulário é inteligente, os diálogos são bem elaborados e mesmo as palavras de "baixo nível" são bem colocadas. Mesmo mantendo os dois personagens em pé de igualdade e com uma boa problemática, eu não gostei muito do desenvolvimento do livro e confesso que fiquei profundamente irritada com a quantidade de brigas que surgem e que acabam de maneira meio fútil e desconectada da razão pela qual começaram. O enredo não é tão criativo, apesar de ser diferente. Considero que foi pouco explorado, mas talvez isso seja apenas por se tratar do primeiro livro de uma trilogia. 

Gostaria muito de ter lido "Toda Sua" antes de me arriscar com "Cinquenta Tons de Cinza". Com certeza teria me interessado muito mais e eu conseguiria dar 4 estrelas ao invés de 3, na minha avaliação no Skoob.

Um beijo de uma leitora à procura de uma história interessante e diferente,
Tuane C.

ballet

Na ponteira #2 :: Prova de nivelamento.

8:33:00 da manhã



Estar em uma escola/academia de dança, nada mais é do que estudar para se tornar bailarino, independentemente de você querer levar isso pra sua vida profissional ou não. É claro que alguns lugares levam o fator dedicação mais a sério que do que outros, mas é claro também que o mínimo de disciplina é exigido em bons lugares - principalmente quando o assunto é ballet clássico.
A maior parte das academias de dança que conheço tem, mais ou menos, a mesma linha disciplinar, mas vou tirar como exemplo o lugar onde eu danço. Lá na academia, temos apostila teórica e ilustrada para cada nível: Preliminar, Iniciante I, II, Intermediário e Avançado. Nelas temos a parte técnica do que faremos durante o período e também a parte histórica - como os balés de repertório e nomes de importantes dançarinos e seus métodos. As provas teóricas acontecem no final de todo mês e as de avaliação e nivelamento a cada seis meses. Já nas outras modalidades - Jazz, Contemporâneo, Moderno, Afro e Street Dance - as provas são apenas semestrais e o nivelamento acontece uma vez por ano.
Okay, mas aonde eu quero chegar com tudo isso?
A verdade é que mesmo dançando há quase seis anos, eu nunca tinha feito uma prova de nível na minha vida! Como participava de um projeto social e lá a professora nos avaliava durante todo o ano, ela não julgava necessário uma prova específica pra definir quem trocaria de turma, ou não. Resumindo: estava apavorada!! Nem quando voltei a dançar, no começo do ano, eu fiz nivelamento na academia, pois sabia que estava enferrujadinha e escolhi começar no Preliminar mesmo pra pegar o ritmo de novo, fortalecer o corpo, pegar minha flexibilidade de volta e entrar completamente no método da academia. Mais uma vez: estava apavorada com a prova de nível! E pensando nisso resolvi fazer uma listinha de coisas que me ajudaram a encarar esse momento e me deram a aprovação ao final de quase uma hora e meia de tensão! hihi

OBS: Me perdoem pela qualidade da imagem. Celular meia-boca, nervosismo, tamanho Instagram... Sabem como é, né? :x
1 - Não entre em pânico! 
É óbvio, mas dificílimo de conseguir na prática! O nervosismo é super normal, mas deixar que ele te controle é furada. Tenha sempre em mente que ninguém vai te descontar pontos só porque sua perna não bate na cabeça na hora de um grand battement, ou porque seu en dehors ainda não alcança os 180º. A não ser que você esteja prestando prova para um Bolshoi da vida, a pessoa que está te avaliando sabe que cada um tem seu tempo e seus limites. O que realmente importa é a técnica usada na hora de executar os movimentos e o ritmo.

2 - Confiança e leveza, sempre!
A banca sabe que você está uma pilha de nervos e vai reconhecer isso, mas a verdade é que você não precisa confirmar o que eles já sabem. As pernas podem estar meio moles e sua sapatilha ficar mega úmida quando o avaliador te pedir pra ficar dezesseis tempos em um retiré na ponta, mas seu corpo precisa dizer "Puff! Isso é moleza! Sou diva! Sou clone da Ana Botafogo!" Uma das coisas que eu realmente aprendi na prova é que confiança é tudo.

3 - Pratique e se arrisque!
Se você tem dificuldade em determinado movimento, ou se sua flexibilidade precisa ser melhorada, treine. A maioria dos centros de dança oferecem aulas de forço e de elasticidade por fora. Se tiver disponibilidade, faça. Se não tiver, converse com sua professora e com os outros alunos e tentem ver um método de ajuda, como cinco minutinhos a mais a cada aula, ou uma sequência maior... É raro haver recusa, principalmente quando o professor é atencioso quanto ao desenvolvimento dos seus alunos.

4 - Não pare e não desista!
A lógica é que tudo que você vai fazer em uma prova de nível da própria academia, vai ser o mesmo que você faz durante as aulas. Mas é normal cair umas pegadinhas de vez em quando ou a sequência ser diferente daquela com a qual está acostumada, mas com certeza ninguém vai colocar um passo novo ou exagerar na mudança de ritmo e de tempos logo na hora da prova. Se, por alguma razão, você sentir que não sabe fazer a sequência, vale tentar uma espiadinha básica pelo espelho e executar da maneira que conseguir. Se errar, errou. O que não vale de jeito nenhum é parar no meio do caminho só porque esqueceu a sequência ou perdeu o equilíbrio. Parar e ficar com aquela cara de choro e de derrota olhando pra banca não vai resolver nada. Garanto que algum ponto você ganha por "se ajeitar" e prosseguir como se nada tivesse acontecido.

5 - Dance!
É, simples assim. Se você dança e ama o que faz, sabe que técnica e disciplina são fundamentais, mas que nada disso tem graça ou beleza se não tiver sentimento, se não tiver alma. Mesmo que seus passos não sejam executados com a perfeição que você esperava, até pelo próprio nervosismo, se a banca perceber que você está fazendo aquilo de alma e coração e dedicando o máximo de si possível, com certeza te passam para o próximo nível, te dando a chance de ampliar sua técnica e melhorar seu desempenho.

Cuidados especiais:
- Não deixe para lavar/separar o uniforme e os acessórios em cima da hora. Como qualquer prova, planejamento é essencial.
- Se puder, tenha sempre um plano B. Ou seja, duas sapatilhas, duas meias, esmalte (para colocar na meia caso ela puxe aquele fiozinho infeliz), estojinho de costura , elástico e fitas extras, mais de um par de ponteiras, esparadrapo (pra quem usa sapatilha de ponta), uma caixa de grampos para o cabelo e uma quantidade suficiente de gel para colocar as pontinhas no lugar, etc.
- Assim como o uniforme, a aparência também conta muito. Então não custa ter uma atenção especial com pele, cabelo e unhas nos dias que antecedem a prova. 

Se a reprovação for inevitável, encare como uma nova possibilidade de melhorar e consertar o que ficou errado. 
Sei que a maioria das coisas que eu coloquei são bem óbvias, mas são verdadeiras. E novamente, se sentir segurança e amor no que faz, fica tudo mais fácil, mesmo sendo difícil.  (:

Um beijo de uma aprendiz de bailarina,
Tuane C.

android

Mais aplicativos fotográficos (total free) para smartphone.

4:33:00 da tarde



Uma das coisas que me fizeram desejar loucamente um smartphone, foram os apps de fotografia. O primeiro de todos, claro, foi o Instagram. Mas a verdade é que depois que você usa ele por um tempinho, os filtros disponíveis perdem um pouco a graça e a necessidade de apps com filtros e funções diferentes - até para postar posteriormente no próprio Instagram - se faz gigante.
Eis aqui mais uma listinha dos apps que eu mais uso e não deleto de jeito nenhum!

Cymera: Esse é o que julgo mais completo e o meu favorito no momento. Ele é um aplicativo, de certa forma, fácil de usar e que tem uma das coisas que eu mais prezo em um bom aplicativo de fotografia: multi câmeras! E como se não bastasse essa belezinha fazer fotos duplas, triplas e quadruplas, ele tem o tão famoso fisheye e aquela bordinha do filme analógico também, bem típica de uma câmera da Lomo. Se você acha que já está de bom tamanho para um app completamente gratuito, agora vem a melhor parte! Além do que citei acima, as fotos saem com a mesma qualidade que entram e o bendito ainda tem vários filtros para edição, assim como as ferramentas básicas (cortar, ajeitar brilho, cor, etc) e suporta adição de brushes/carimbos na foto. Satisfeito? Tem mais!!! Dá pra tirar fotos com aquele efeito de desfoque e editar as fotos da sua galeria também! Resultado? Completamente apaixonada! <3


Labelbox: Como o próprio nome sugere, é o aplicativo perfeito pra quem adora etiquetar as fotos. Super fácil de usar e com a interface mais fofinha de todas. Super indico!


Photo Grid: Básico e completo no quesito montagem Fácil de usar e não ocupa muito espaço na memória do aparelho. Tem desde montagens básicas até aquelas mais livres e "descontraídas".


Pixrl-o-matic: Eu já falei dele na primeira vez que fiz post sob apps de fotografia, mas esse merece o repeteco. Tem cada filtro lindo, cada borda linda e cada efeito luminoso lindo também. Sem contar que as galerias dos efeitos estão sempre sendo atualizadas permitindo a utilização de itens novos e diferentes. É de graça e tem versão online, também.

Randon: Esse é bobinho, mas curioso. Vi no Lomogracinha e uma amiga me indicou também. É um app para troca de fotos. Isso mesmo, troca de fotos. Você tira uma foto aleatória e recebe uma de alguém que também usa o aplicativo e só fica sabendo de que parte do mundo a foto veio. O mesmo vale pra quem envia, você fica sabendo apenas em qual lugar do planeta sua foto foi parar, mas ninguém sabe quem tirou, só de onde ela é. É bobinho, mas é divertido, simples de usar e deveras interessante, além de eu achar um charme(?) as fotos serem obrigatoriamente redondinhas. OBS: Até agora não recebi nada maldoso ou pornográfico.

Espero que gostem! Usam algum ou tem outro pra indicar? Só comentar! 
Beijos de uma viciada em apps fotográficos,
Tuane C.

devaneios

Clichês não são clichês à toa.

7:13:00 da tarde


Já dizia minha mãe: "melhor sozinha do que mal acompanhada"...
Afinal de contas, se envolver para não se dar por inteiro não vale. Não vale dar uma chance por apenas não deixar passar, ou por respeito aos sentimentos que o outro - supostamente - tem. Não vale não sentir aquele friozinho gostoso na barriga e as mãos tremerem quando ele está por perto; muito menos vale não fechar os olhos na hora do beijo só pra ter a sensação de que os pés estão saindo do chão. E não fazer planos? Não querer mandar SMS de cinco em cinco minutos só pra dizer que está com saudades? Isso é que não vale mesmo!
Se é pra amar, que seja de verdade, que seja puro, com intensidade! Que tenha paixão, que tenha brigas bobas para que terminem em cócegas e falsos bicos de orgulho. Que se mande flores! Não importa se lindos e ornamentados buquês, ou raminhos campais roubados do muro da vizinha, mas que tenha flores! Que tenha beijos! Beijos furtados, beijos demorados, beijos engraçados, beijos na testa, no rosto, na boca, no pescoço, nos cabelos... Mas que tenha beijos sinceros! Que tenha carinho e respeito, amizade e cumplicidade e que se consiga contar até dez, fechar os olhos e entender o outro. Que tenha desejo! Desejo de estar no outro, com o outro e para o outro. Que se queira juntar os trapinhos, compartilhar as fotos, os livros, os filmes, o travesseiro... Que ele goste de te ver com uma roupa dele não só porque ficou extremamente sexy com ela, mas também porque é dele e quando ele vestir vai sentir seu cheiro em cada ponto do tecido. Que se tenha disposição pra encarar os dias nublados, as TPMs, as cólicas menstruais e os dias estressantes sem que se desconte no outro. Não. Que se desconte no outro! Mas que o desconto venha em forma de abraços, panelas de brigadeiro, noites de conchinha e cheirinhos no pescoço.
E se não é para ser assim. Se não é para ter tudo isso, se é pra ficar só nas metades, nos medos e no egoísmo das próprias vontades e dos sonhos individuais... é melhor que nem se tenha. Se não é pra preparar surpresas e presentes únicos e especiais ao invés de apenas se comprar uma roupa, um perfume, ou o que seja, no Dia dos Namorados... é melhor deitar na cama com um bom livro e uma xícara de chá morninho como todo dia e esperar pelo dia em que, sendo 12 de junho ou não, haverão presentes e declarações. Afinal de contas, quando se namora de verdade, não há data certa. "Todo dia é Dia dos Namorados."
Acredite em mim. Os clichês não mentem.

er...

Eu e as promessas que não consigo cumprir.

7:05:00 da tarde


Pois é, estou de volta. 
O problema é que estou de volta de forma incompleta. Pra quem acompanha o blog, viu que eu cheguei a publicar um post encerrando os trabalhos por aqui. Aconteceu que eu fiz um endereço novo, mas não consegui desapegar do Bobeiras. Eu apenas AMO isso aqui e me sinto em casa. Fazer um blog novo não me preencheu da maneira que eu pensei que fosse e eu acabei ficando ainda mais frustrada por não ter nem vontade de fazer novas publicações. Resumindo? Voltei, mas junto voltaram as minhas insatisfações com o rumo desse blog. Por causa disso as coisas vão mudar bastante por aqui, mas vai levar um tempinho. Pretendo aproveitar esse recesso de julho para deletar algumas publicações sem sentido, organizar os links, ajeitar o layout, etc. Por isso minha volta é incompleta.
Além de tudo que eu disse, ainda tem os probleminhas de sempre, né? Trabalho, bloqueios, problemas emocionais, falta de tempo, estudos, leitura, séries...
E, bem, eu queria pedir desculpas por todo esse transtorno. Eu sei que essa história toda de "ativa, desativa, ativa e desativa" é um porre, mas como o blog sempre foi um hobby pra mim e bem pessoal, acredito que essas coisas sejam normal (tudo bem, nem tanto assim). 
Então, meus amores, é isso! Me desculpem, mais uma vez, por toda essa confusão. Eu volto em breve, com novidades!

Beijinhos de uma garota hiper indecisa, 
Tuane C.

ballet

Na ponteira #1 :: Lojinha (e blog) perfeição da Ana Botafogo!

4:58:00 da tarde


Sumida, sim, eu sei e não nego. Passei por um bloqueio terrivelmente terrível essas semanas e, pasmem, até ler foi difícil. Mas desculpas à parte estou aqui novamente para colocar em prática uma nova "coluninha" que estava no meu bloquinho de planos faz tempo!
Sempre fui completamente apaixonada por dança e aos 6 anos comecei a me enfiar nas aulas que apareciam até me encontrar, já com 10 aninhos, em um projeto que tinha como base o ensino do ballet clássico gratuitamente. Depois de quase 6 anos dançando ballet, contemporâneo e até passeando por outros estilos esporadicamente, precisei me afastar da dança para me dedicar mais aos estudos. Mesmo tomando essa dolorosa decisão, coloquei em mente que era apenas por um tempo e assim que pude voltei a dançar! Retomei da estaca zero esse ano, o que me pede uma boa dose de paciência, mas depois de quase 4 anos parada não tinha como voltar direto para os exercícios iniciais de ponta sem colocar o corpo no ritmo de novo. 
Enfim, antes ou agora, uma das minhas maiores dificuldades com relação a dança é encontrar lojas boas que vendam produtos ligados ao assunto, mas graças a nossa querida internet esse quadro está mudando de figura. E pra inaugurar em alto estilo e bom gosto essa nova "tag" aqui no blog, apresento uma loja que faz jus ao seu nome: Loja Ana Botafogo.
Assim como a proprietária, a loja é simplesmente PERFEITA! Os materiais são de qualidade, há uma boa variedade e tem cada coisa LINDA que dá vontade de sair comprando tudo!!! O mais legal é que além da versão virtual, a loja também tem espaço físico. O preço pode não ser muito acessível em alguns casos, mas nessas horas nós, bailarinas amadoras e com pouco dinheiro no bolso, precisamos fazer alguns pliés e relevés na hora de liberar os queridos cartões de créditos e adquirir esses bens. hehe
Uma das coisas que mais me interessaram quando descobri a loja da Ana foi o blog (www) que leva o mesmo nome da loja e que além de dar dicas incríveis, tem especialistas no assunto e aborda de tudo um pouco, desde história da dança ou balés de repertório até posts simples sobre fotografia ou figurino. Você confere ambos aqui (www) e aqui (www).

Um beijo de uma aprendiz de bailarina,
Tuane C.

Assuntos Literários

Minha coruja trouxe...#1 e selinho novo!

5:48:00 da tarde


Sempre publiquei aqui fotos das novidades que aparecem na minha estante, mas nunca fiz uma tag pra famosa "caixinha do correio" presente em todos os blogs literários. Como o Bobeiras não é um blog literário, mas livro é um assunto muito presente na minha vida (e no blog também, claro!), resolvi finalmente adotar esse tipo de publicação. Talvez eu não tenha feito isso antes porque não trabalhava e não tinha como comprar livros com tanta frequência, mas já que minha vida de consumidora de páginas fica cada vez mais ativa, estou me permitindo sonhar que vivo no universo de Hogwarts e vou atualizar a tag toda vez que minha corujinha disfarçada trouxer exemplares novos. 

Além de "Finale" e "Cinquenta Vergonhas de Cinza", - que eu já mostrei pra vocês aqui (www) e aqui (www), nos dois primeiros meses desse ano eu adicionei à minha biblioteca:

1 - Saga Diários de Vampiro: Comprei porque comecei a assistir a série unicamente por causa de Ian Todo Lindo E Perfeito Somerhalder e porque o Submarino colocou os dois boxes com os 7 livros por apenas R$40, e minha mãe me deu de presente. Não faço ideia de quando irei lê-los.

2 - Drácula Veste Dior: O primeiro livro de moda na minha estante. Já tinha vontade de ler faz um tempinho e enfiei no pacote "mamãe me deu de presente" pelo Submarino. Comecei a ler, mas abandonei por ter livros mais interessantes fila dos "não lidos".

3 - Os Contos de Beedle, O Bardo: O primeiro desejo dos Clássicos Harry Potter. Finalmente consegui comprá-lo por R$10 no Submarino e está na meta de leitura desse ano!

4 - Quadribol Através dos Séculos: Outro Clássico Harry Potter. Também por 10 Dilmas no Submarino e na meta desse ano.

5 - Animais Fantásticos e Onde Habitam: Último na lista de Clássicos HP. Mesmo pacote dos outros dois e também na meta de leitura.

6 - Morte Súbita: Honestamente ainda não me empolguei pra ler a primeira obra de J.K. depois do sucesso de Harry Potter, mas como esse também estava no pacotão "mamãe me deu de presente", me animei um tiquinho e enfiei no carrinho. Ainda sem previsão de leitura.

7 - The Walking Dead - O Caminho Para Woodbury: O meu primeiro pedido atrasado da Livraria da Travessa por culpa quase total dos Correios, mas que chegou inteiro. Comprei porque amo TWD e não via a hora de tê-lo em mãos! E obviamente está na meta de leitura desse ano e pretendo começar assim que terminar o primeiro volume de "A Hora das Bruxas", da Anne Rice.

E pra fechar o post dessa semana, eu queria agradecer a fofa da Lis do blog Limites da Alma, que selecionou o blog pra mais um selinho super importante.
Dessa vez a pergunta a ser respondida é:  
"Que livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?"

Essa é uma pergunta difícil de ser respondida com um livro só, mas também como a Lis eu indico "O Pequeno Príncipe", "Os Clássicos de Grimm" e "A Menina Que Roubava Livros". O primeiro por ser um livro que passa coisas maravilhosas a cada vez que se lê e você entende mais a cada fase da vida que lê-lo; o segundo por ser a coletânea dos clássicos dos irmãos Grimm e o terceiro por ser um livro que eu acho que todo mundo deveria ler. São histórias bacanas que têm escritas bem diferentes.
Esse selo eu não vou indicar especificamente. Quem ler e tiver blog pegue e faça. Vamos aumentar a quantidade de leitores pela web! 

Beijos de uma garota que não sabe onde vai enfiar os próximos livros que comprar,
Tuane C.


50 Shades Of Grey

Uma coisa realmente boa sobre a série Fifty Shades: Cinquenta Vergonhas de Cinza

4:29:00 da tarde


E L James conseguiu o que queria! Enriqueceu com as milhões de cópias vendidas da série "50 Tons" e, como se não bastasse, embolsou 5 milhões de dólares com a venda dos direitos para a adaptação de "50 Tons de Cinza" para o cinema. Mas além de toda essa grana, a série também rendeu paródias. MUITAS paródias! Desde vídeos no Youtube até publicações literárias que satirizam ou que explicam o mundo BDSM para leigos (vide "50 Tons na Prática).
Dessa loucura toda, a única publicação que me chamou atenção desde o anúncio de seu lançamento foi "Cinquenta Vergonhas de Cinza" que me arrancou gargalhadas já com a sua contra-capa!
Empurro a porta aberta e tropeço na barra das minhas calças de ginástica largas num movimento rápido e desajeitado. Enquanto tombo na direção do chão, meu corpo, por reflexo, aciona o modo ginasta. Largo a mochila e o notebook, estendo meus braços e viro uma estrela. Com o impulso conseguido com o tropeção, completo três estrelas antes de aterrissar em pé... em cima da mesa do Sr. Grey! Fico tão envergonhada com minha falta de jeito que fecho os olhos. Espera aí. Alguém está... aplaudindo? Abro meus olhos e encaro o Sr. Grey e MINHA NOSSASSINHORA DOS VAMPIROS BRILHANTES, COMO ELE É GOSTOSO!
Como resistir à isso quando você acha a série um fracasso literário? Impossível!

A paródia de Fanny Merkin é uma das mais elogiadas até agora. É um livro rápido que em pouco mais de 200 páginas satiriza os 3 volumes de E L James. Sempre fazendo ligações diretas com fanfics e Twilight (Crepúsculo), o livro mostra a protagonista descobrindo as 50 vergonhas de Earl Grey, no qual a maior delas é o BDSM: um jogo de rpg chamado Bardos, Dragões, Sortilégios e Magia, com o qual Earl sacia suas fantasias sexuais. Acontecimentos como o acidente de helicóptero, a gravidez de Anna, o tempo que ela passa no hospital e o jantar de caridade de Christian estão nesse livro. Mas sem dúvida os pontos altos ficam por conta da escancarada crítica ao controle absurdo do Sr. Grey e a falta de coerência de Anastasia Steele, que em Cinquenta Vergonhas de Cinza fica ainda mais parecida com a Bella, principalmente por não conseguir dar dois passos sem cair.
A única coisa negativa sobre a paródia é que alguns momentos são tipicamente sem graça, seguindo o exemplo daqueles filmes americanos que satirizam os outros. Mas de forma geral é um bom livro para rir e refletir - ainda mais - sobre os graves defeitos de desenvolvimento e coerência da série "Fifty Shades".


Partes que farão você querer ler o livro:

"Sra. Kraven. Sou Edward Cullen, quero dizer, "Earl Grey". Sente-se por favor."

"Com seu cabelo castanho desgrenhado e olhos cinzas, é o tipo de cara sobre o qual você quer escrever uma fanfic."

"Não espero que entenda. Sou um homem complicado, Anna. Tenho cinquenta vergonhas. Algumas delas você já conhece, como eu ser maluco pelo Tom Cruise ou o fato de que faço compras no Wal-Mart. Mas tenho outros desejos bizarros secretos que são de natureza mais...sexual."


Algumas das Cinquenta Vergonhas de Earl Grey:

- Colar um adesivo da Apple para cobrir o logotipo num laptop da Dell.
- Roubar Wi-Fi dos vizinhos
- Assistir Titanic ao menos uma vez ao ano, e rir toda vez que o cara bate na hélice propulsora.
- Pensar que Tim Burton é supervalorizado
- Desejar que todos parem de encher o saco de Kristen Stewart
- Pensar que George W. Bush foi um chefe de Estado satisfatório
- Grávida aos 16 (programa exibido pela Mtv)
- Ler romances eróticos.

E pra encerrar, o que eu considero ser o melhor vídeo satirizando "Cinquenta Tons de Cinza":

Um beijo,
Tuane C.

50 Shades Of Grey

Livros Digitais versus Livros de Papel.

4:04:00 da tarde


Essa semana, passeando pelo feed do Facebook, vi compartilhada a reportagem de um escritor inglês que, em poucas palavras, dizia que as bibliotecas são algo ultrapassado e ainda propunha que se elas não se reinventassem, acompanhassem os avanços tecnológicos, deveriam ser fechadas. Obviamente eu não deixaria passar uma dessas e compartilhei em caps lock minha indignação com tal visão, mas infelizmente sabemos que ele não é o único a pensar assim, tanto que pouco tempo depois um colega de faculdade confessou estar preferindo essa onda de livros digitais e que só faz questão de comprar os clássicos. 
Comecei a imaginar então uma biblioteca de e-books: ou um grande computador central de onde qualquer exemplar poderia ser acessado, ou vários CDs, DVDs, pen drives e cartões de memória guardados sabe-se lá como! Parece uma biblioteca pra você? Pois é, nem pra mim. Tudo bem que no dicionário biblioteca é "1 Coleção de livros e documentos para consulta, estudo e leitura. 2 Edifício ou sala onde se guarda essa coleção.", o que não especifica o formato das obras. Mas será que teria o mesmo gostinho, o mesmo cheiro, a mesma beleza sem as encadernações? Sem as prateleiras lotadas de volumes com grossuras e tamanhos diferentes? Eu tenho certeza que não! 
Em 20 anos, li apenas um livro por uma tela (Fifty Shades Of Grey) e o fiz porque livros são caros e eu não confiava na qualidade do título ao ponto de dar R$40 em algo que tinha praticamente a certeza de que não ia gostar. Levando em consideração o quesito preço, os e-books não levam tanta vantagem assim. Claro que considerando a versão original e paga dos livros, não as versões que a gente encontra em PDF pra baixar por aí. Pra quem nunca prestou atenção, o mesmo "Cinquenta Tons de Cinza" em e-book é apenas cerca de R$7 mais barato que a versão em papel. 
O único ponto que não é tão discutível, entretanto é a praticidade do e-book. Principalmente quando se trata de livros para estudo, a versão digital se torna mais leve e mais acessível. Porééééém, o argumento mais usado para defender esse ponto pode facilmente ser questionado. Pra ler um arquivo desses você vai precisar de um aparelho que suporte a tecnologia e que não prejudique tanto a sua visão. Sendo que nem sempre você vai ter grana pra comprar um smartphone, um tablet, um Kobo, ou Kindle (leitores de e-books). Sem contar que todo aparelho descarrega e por ser "menor", é mais fácil de perdê-los, seja por descuido ou por furto (vamos combinar que - morando em cidade grande - ladrão nenhum vai querer levar seu livro, a não ser que ele esteja enfiado dentro de um iPad). Tudo isso já torna o livro digital nem tão acessível assim e ainda dificulta o empréstimo e as trocas. E como se não bastasse tudo isso, apenas alguns modelos de aparelhos próprios pra leitura digital têm o tratamento de tela adequado pra não prejudicar sua visão e pra que você não precise rolar um trilhão de vezes a página pra ler uma frase. Já nos livros "de verdade", a maioria das editoras usa papéis cada vez mais especiais que deixam a leitura mais confortável, assim como o tamanho das fontes.
Dito isso, eu ainda me recuso a acreditar que algumas pessoas estejam dispostas a abortar as texturas diferentes das capas, das páginas, o cheirinho do papel novo ou velho, a beleza estética e sentimental de uma estante cheia de livros enfileirados. 
Assim como a fotografia digital assassinou o gostoso hábito de sentar com os amigos pra rever as fotos, eu temo pelo dia em que as pessoas esquecerão o quão único é folhear as páginas de um livro e ter nele recordações pessoais. Se você chorar na tela de um iPad, ela se extinguirá com um passar de dedos, mas se uma lágrima cair com a morte de um personagem querido, seu livro ficará marcado com ela. Pense nisso.

Um beijo de uma viciada em livros que luta pela preservação das coisas boas da vida,
Tuane C.

a blogueira viu

A blogueira viu... João & Maria, Caçadores de Bruxas.

5:14:00 da manhã


Depois de ter engolido praticamente 4 livros mês passado, esse mês eu tirei pra (tentar) atualizar filmes e séries. Na telona eu só consegui assistir João e Maria e preciso dizer que a grana que eu gastei no ingresso pra sessão 3D valeu a pena. Pra quem não sabe, eu não suporto filme 3D!! Ainda mais no cinema! E pra completar a minha tristeza, o filme ainda era dublado! 



Ficha Técnica

Título original: Hansel e Gretel, Witch Haunters
Lançamento mundial: 17 de janeiro de 2013
Diretor: Tommy Wirkola
Protagonistas: Jeremy Renner (João), Gemma Arterton (Maria)
Gênero: Ação e Comédia
Proibido para menores de: 14 anos
Duração: 88 min.







A história: É apenas um reconto do clássico. Nessa versão João e Maria são abandonados pelos pais e após derrotarem a bruxa da casinha de doces eles viram profissionais em caçar e matar as vilãs. O suspense fica por conta de um grande plano das bruxas para se tornarem imortais e o drama pessoal dos irmãozinhos (que eu não vou contar se não estraga a graça do filme).
O filme: Não é épico, mas também não é meia-boca. Os efeitos são ótimos e o mais legal é a roupagem mais realista - e nojenta - das bruxas. Elas queimam, são horrendas e adoram uma pancadaria! Sem falar que o figurino do filme é maravilhoso e eu que já tenho um tombo por roupas da Idade Média, adorei! 
Assisti porque... AMO qualquer coisa relacionada a contos de fadas, principalmente recontagens. 
Melhor parte: Descobrir que João tem diabetes por causa da quantidade de doces que comeu quando criança.
O que não foi tão legal: Os efeitos especiais abafaram a qualidade do enredo.
É um filme para: Rir e se divertir. 
Dicas: Assista legendado, não coma pipoca se tiver estômago fraco. Na verdade, não veja se tiver estômago muito fraco.
Assistiria de novo? Sim. Teria em DVD porque é um filme bacana sobre uma fábula famosa. 

Um beijo.
Tuane C.

50 Shades Of Freedom

O brochante final de uma série "erótica".

9:28:00 da manhã


E depois de expectativas, grandes decepções, revelações não tão bombásticas, suspenses mal produzidos e excessivas cenas eróticas banhadas em grande pobreza de vocabulário ridiculamente divididas em capítulos e volumes... Acabei a série "Cinquenta Tons"!
O último volume: "Cinquenta Tons de Liberdade", não trouxe quase nada de libertador. Repetindo os mesmos erros dos volumes anteriores, E L James conseguiu destruir toda a pouca esperança de salvação que nasceu em mim quando li "Cinquenta Tons Mais Escuros", que sem dúvida foi o menos pior dos três livros.

Após se casarem, Anastasia e Christian Grey vivem uma lua-de-mel linda e começam a ser perseguidos. Com o mesmo suspense falho do acidente de helicóptero de Christian no segundo livro, descobre-se que Jack Hyde é o criminoso por trás da insegurança do casal e sua família. Depois que Hyde é detido o livro vira uma melação sem sentido. Mesmo sendo mais contida nas cenas de sexo explícito, senhora James entedia, chateia e esmaga corações de mulheres carentes. Problemas antigos do casal voltam pra ter um desfecho nada criativo, tornando o que deveria ser interessante e curioso em algo chato e cansativo. Enfiando o cotidiano do casal de maneira preguiçosamente mal colocada - e mal escrita - Christian Grey é o marido perfeito até saber que vai ser pai, e após um "clímax" escancaradamente baseado no estilo Stephenie Meyer de escrever, o ex-dominador resolve se abrir e dá uma de Edward Cullen ao "acordar pra vida" e passar a ser uma pessoa relativamente normal. O final você já pode imaginar... Uma família feliz e um Grey assumidamente personificado no homem dos sonhos de qualquer mulher!!!

Quando acabei o livro tive vontade de dizer e escrever muita coisa, mas por falta de conteúdo, pego um pouco a mania irritante de repetir as coisas da autora e volto a dizer que a série tinha muito pra merecer os elogios que recebe mundo afora, mas por falha total de E L continuo com a sensação de que o mundo literário foi privado de uma história realmente boa. Cheguei a me perguntar se a antiga empresária fez a obra dessa maneira propositalmente, já que abaixo da sua foto nos livros lemos que "desde pequena sonhava em escrever histórias que os leitores se apaixonassem". "50 Tons" é uma série que, ao contrário da maioria, foi feita para consumo e tremo só em pensar no quão longe isso chegará. 
De qualquer forma, "Fifty Shades" marcou minha estrada literária de forma não tão positiva, mas muito reflexiva. São livros de puro aprendizado que instigaram ainda mais minha visão crítica para best-sellers. E acho importante dizer que é um aprendizado COMPLETAMENTE LITERÁRIO! Levando em consideração que não achei a parte sexual tão educativa assim.

Um beijo de uma leitora decepcionada,
Tuane C.

decorações

Dica decorativa :: Moldura adesiva para fotos.

11:55:00 da manhã


Olá, amores! 
Resolvi (tentar) deixar de lado a depressão pós-Finale aqui no blog com um tipo de post que eu não faço há muito tempo. A dica de decoração hoje é rápida, mas muito útil! Principalmente se você anda buscando uma maneira de encher seu quarto com fotos e não sabe por onde começar.
No final do ano passado, fuxicando essas lojinhas de artigos para o lar, encontrei uma ideia meio óbvia, mas revolucionária no que diz respeito à quadros para fotos. Se trata de uma moldura adesiva super bonitinha e emborrachada que dispensa furos, pregos ou qualquer outro tipo de trabalho excessivo e não causa danos permanentes na sua querida parede. 


Como dá pra ver nas fotos, ela vem colada naquele plástico durinho (não sei o nome, gente #shame) e tudo que você precisa fazer é destacá-la e colocar a foto em uma medida um pouco menor que a da moldura pra que ela cole na parede. Como se não bastassem todas essas qualidades, a bendita pega em espelhos e até em madeira! Lembrando que a superfície a ser decorada precisa estar limpa! Ela pode ser colada e descolada várias vezes, mas claro que em um momento ela vai acabar perdendo a cola, né? Então não exagerem no troca-troca.
Mas a melhor notícia vem agora: o pacote com cinco molduras de tamanhos diferentes custa APENAS R$5,00! Você não leu errado! Apenas cinco reais pra uma pequena repaginada no seu quarto! Não é lindo?? Eu encontrei as molduras em uma das lojas Amigão, aqui no Rio e existem outras estampas além dessa coloridinha. 
Se você não mora na Cidade Maravilhosa pode procurar em lojas de artesanato, ou de utilidades domésticas, uma fitinha dupla-face própria pra parede e afins e fazer suas próprias molduras. Se tiver carinho e dedicação o resultado pode ser até melhor!

Espero que tenham gostado da dica de hoje! 
Um beijo!


Tuane C.

Assuntos Literários

Um Finale banhado em lágrimas.

4:32:00 da tarde


Acredito que não seja surpresa alguma, principalmente pra quem acompanha o blog, que uma das minhas maiores paixões literárias é a Saga Hush Hush (Sussurro) da linda Becca Fitzpatrick. O quarto e último livro da série, que inicialmente só teria 3 volumes, chega oficialmente às livrarias brasileiras hoje, mas fui muito abençoada  e encontrei um dos pouquíssimos exemplares que a Livraria da Travessa disponibilizou uma semana antes do lançamento oficial!!! Nem preciso dizer que vomitei arco-íris compulsivamente e corri pra casa pra devorá-lo o mais rápido possível, né? Mas último livro de saga amada é que nem deixar a parte mais gostosa da comida no prato com medo do momento em que ela não vai mais estar lá. E mesmo sabendo que me arrependeria amargamente de não me segurar, devorei o livro em menos de cinco dias e agora estou sofrendo aquela depressão típica.

Finale é um livro tão bom quanto seus antecessores. A escrita de Becca é perfeita, simples, direta e detalhada nos momentos certos. Confesso que fiquei meio decepcionada com o começo do livro por sentir falta de uma participação mais ativa do anjo caído mais desejado e adorado do mundo, mas a partir do meio da trama comecei a mudar de opinião e a sorrir bobamente com as poucas cenas bem típicas de Patch que marcaram tanto a série. 
Como aconteceu em Sussurro, Crescendo e Silêncio, você também vai começar a ler Finale achando uma coisa, chegar na metade do livro pensando outra, quase terminar tendo certeza de outra coisa e no final dizer: "Como eu não tinha pensado nisso antes?!" E se você é emotiva(o), prepare-se pra chorar horrores, pois minha querida Fitzpatrick carregou os últimos capítulos de fortíssimas emoções!! 

Sinopse da editora Intrínseca:

Nora e Patch pensavam que seus problemas tinham ficado para trás. Hank estava morto, e seu desejo de vingança não precisava ser levado adiante. Na ausência do Mão Negra, porém, Nora foi forçada a se tornar líder do exército nefilim, e era seu dever terminar o que o pai começara - o que, essencialmente, significava destruir a raça dos anjos caídos. Destruir Patch.
Nora nunca deixaria isso acontecer, então ela e Patch bolam um plano: os dois farão com que todo mundo acredite que não estão mais juntos, manipulando, dessa forma, seus respectivos grupos. Nora pretende convencer os nefilins de que a luta contra os anjos caídos é um erro, e Patch tentará descobrir tudo o que puder sobre o lado oposto. O objetivo deles é encerrar a guerra antes mesmo que ela venha a eclodir. Mas até mesmo os melhores planos podem dar errado.


Três acontecimentos pra você morrer de curiosidade e ler o livro:

  1. Um importantíssimo personagem morre.
  2.  A estranha cisma do detetive Basso por Nora é explicada.
  3.  Vee tem um segredo que vai fazer seu queixo cair.
"Juro, Nora Grey, neste dia, e de agora em diante, me doar a você. Eu sou seu. Meu amor, meu corpo, minha alma... eu os entrego a você e os dedico à sua proteção. (...) Se eu falhar, meu próprio sofrimento e pesar serão meu castigo eterno." - Patch 
Um beijo, amores!
Tuane C.






50 Shades Darker

Devolvi para estante :: Histórias Íntimas e Cinquenta Tons Mais Escuros.

3:35:00 da tarde


Olá, amores! Como foram de festas? 
Meu 2013 começou com a corda toda e em menos de duas semanas terminei "Histórias Íntimas" e li "Cinquenta Tons Mais Escuros"! (Iuupi!) 
Sobre o primeiro eu não tenho muito o que dizer. É apenas um livro que conta como a sexualidade se desenvolveu através dos anos aqui no Brasil. Não entrou nos meus favoritos, mas é curioso e até meio divertido.
Já sobre "Cinquenta Tons Mais Escuros"... Anastasia procura respostas, as encontra e Christian vira o melhor homem do mundo! (Sim. Não é exagero! Ele é a descrição quase perfeita do homem dos sonhos de qualquer mulher nesse livro!) Porém, mesmo descobrindo a causa dos problemas de Christian Grey a autora ainda não consegue transformar a história em algo realmente interessante. E eu repito que o problema não é da ideia principal e sim da maneira como a coisa toda é desenrolada. Só pra ter uma noção, do final do primeiro livro para esse passam-se apenas dias!!! O que torna o final de "Cinquenta Tons de Cinza" mais podre e o começo de "Mais Escuros" mais ridículo. A ligação entre os acontecimentos não traz suspense e sim curiosidade pela falta de informações. O livro tem os mesmo problemas de descrição, vocabulário e desenvolvimento do enredo e pra ser sincera, acho até a divisão dos capítulos e dos próprios volumes muito mal feita. Não me decepcionei tanto porque não estava esperando grandes coisas desse segundo volume e ainda estou procurando justificativa pra essa paixão avassaladora do mundo com esses livros. Espero encontrá-lá no final da série, mas tenho pressentimentos de que não obterei algo muito positivo. 

Um beijo pra você!
Tuane C.